BRASÍLIA — O Fluminense está entre os clubes que precisam buscar alternativas após a medida provisória que proibiu as bets no futebol brasileiro. A equipe mantém contrato com a Superbet e acompanha as discussões sobre os efeitos financeiros da mudança nas regras para o setor de apostas.
Entre as possibilidades debatidas pelos clubes estão alternativas de crédito e a renegociação de dívidas. O movimento ocorre enquanto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) acompanha as conversas entre as equipes e o governo.
Reunião adiada
O Ministério do Esporte havia convidado o presidente da CBF, Samir Xaud, para uma reunião em Brasília. O encontro teria como objetivo discutir o fortalecimento dos clubes e do futebol brasileiro, mas foi adiado e ainda não tem nova data definida.
Francisco Mendes, que acompanha a Seleção Brasileira na Austrália, tentou mobilizar os clubes para o encontro. Oficialmente, o ministério informou que o adiamento ocorreu por questões logísticas.
Samir Xaud demonstrou insatisfação com a medida e manteve contato com dirigentes de clubes. A CBF, porém, não pretende assumir o protagonismo na disputa entre as equipes e o governo. A entidade atendeu ao pedido do Ministério do Esporte para auxiliar na mobilização dos participantes.
Com a baixa adesão esperada à reunião, os clubes seguem discutindo formas de reduzir o impacto financeiro da decisão. O Fluminense acompanha o cenário, assim como as demais equipes afetadas pela mudança nas regras das apostas.




