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Conselho do São Paulo aprova acordo com Ticketmaster e libera R$ 8 milhões

Contrato prevê R$ 140 milhões para o clube, mas jogadores ainda têm três meses de direitos de imagem atrasados.

Conselho do São Paulo aprova acordo com Ticketmaster e libera R$ 8 milhões
Foto: Fábio Vieira/Estadão

O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou, por 184 votos a 44 e uma abstenção, o contrato com a Ticketmaster. A votação ocorreu na quinta-feira, 30, e abriu caminho para o clube receber parte dos valores previstos no acordo.

A empresa pagou R$ 8 milhões nesta sexta-feira, quantia usada pelo São Paulo para acertar um mês de direitos de imagem atrasados dos jogadores. Mesmo com o repasse, ainda restam três meses pendentes. O último atraso foi registrado na segunda-feira.

Valores e operação

O contrato prevê R$ 140 milhões para o caixa do São Paulo. Desse total, R$ 110 milhões correspondem à antecipação de receitas, enquanto R$ 30 milhões estão ligados à exploração do camarote 29A.

Os R$ 8 milhões pagos nesta sexta-feira fazem parte da antecipação. Os R$ 102 milhões restantes devem ser liberados pela Ticketmaster em até 45 dias, conforme o prazo estabelecido no contrato. A empresa também ficará responsável, pelos próximos cinco anos, pela gestão dos ingressos do Morumbis e do programa de sócio-torcedor.

Questionamentos sobre a escolha

A aprovação ocorreu após um processo marcado por contestações à escolha da Ticketmaster. A NewC, que também participou da disputa, questionou a condução da seleção, citando falta de respostas da diretoria, uso de informações desatualizadas e desvalorização de critérios técnicos. A empresa afirmou que sua proposta poderia chegar a R$ 500 milhões.

Por causa dos questionamentos, o São Paulo criou uma comissão para analisar o acordo. O grupo afirmou não ter encontrado elementos suficientes para caracterizar fraude ou favorecimento deliberado, mas apontou “fragilidades” e “inconsistências” na condução do processo. Ainda assim, deu parecer favorável ao contrato e considerou a proposta da Ticketmaster mais vantajosa entre as analisadas.

Antes da votação, o presidente Harry Massis defendeu a inclusão do contrato na pauta e relacionou a aprovação à situação financeira do clube. Depois, Massis e Olten Ayres de Abreu Júnior, presidente do Conselho, chegaram a um entendimento que permitiu o avanço da análise.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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