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Contrato com a Ticketmaster vira ponto central para o caixa do São Paulo

Acordo de R$ 140 milhões ainda precisa passar pelo Conselho Deliberativo, enquanto São Paulo e Corinthians lidam com salários atrasados.

Contrato com a Ticketmaster vira ponto central para o caixa do São Paulo
Foto: Fábio Vieira/Estadão

O contrato do São Paulo com a Ticketmaster se tornou o principal caminho apresentado pela diretoria para reforçar o caixa e regularizar pagamentos pendentes. O acordo prevê uma antecipação de R$ 140 milhões pela gestão dos ingressos do MorumBis, mas ainda depende de aprovação interna.

A proposta já foi aprovada pelo Conselho de Administração e precisa ser analisada pelo Conselho Deliberativo. Ao mesmo tempo, uma comissão foi criada para avaliar questionamentos da NewC, empresa que também participou do processo de escolha da nova gestora de ingressos. A discussão gerou uma disputa política dentro do clube.

Harry Massis Jr. defende a aprovação do contrato. Em um áudio, o presidente afirma que os recursos são necessários para que o São Paulo consiga cumprir seus compromissos financeiros. O clube não quitou os vencimentos em carteira referentes a setembro, que deveriam ter sido depositados no último dia 8. Também houve atraso no pagamento de direitos de imagem.

Situação do Corinthians

O Corinthians tenta obter recursos com a negociação de jogadores, mas não concluiu nenhuma das vendas previstas pela diretoria ao longo do ano. André foi uma das alternativas discutidas e esteve em negociação com o Nottingham Forest. A transferência, porém, ficou travada depois que o clube inglês não respondeu à contraproposta corintiana.

O time alvinegro também voltou a atrasar os salários do elenco e da comissão técnica. Os valores referentes a agosto deveriam ter sido depositados no quinto dia útil deste mês.

Receitas e dívidas

Apesar dos problemas financeiros, os dois clubes registraram faturamento recorde em 2025. O São Paulo alcançou R$ 1,085 bilhão, enquanto o Corinthians chegou a R$ 810,1 milhões.

No clube tricolor, o endividamento caiu de R$ 968,2 milhões em 2024 para R$ 858,2 milhões no fim de 2025. A redução foi de R$ 110 milhões, equivalente a 11,4% em um ano. Ainda assim, o passivo terminou a temporada próximo de R$ 860 milhões.

No Corinthians, a dívida bruta subiu de R$ 2,568 bilhões em 2024 para R$ 2,723 bilhões no fim de 2025. O aumento foi de R$ 155 milhões, aproximadamente 6%, mesmo com o faturamento recorde e a conquista da Copa do Brasil.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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