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Luan Monteiro critica cotas trans e apresenta plano de segurança sem PM

Candidato do PCO ao governo do Rio também defende a descriminalização das drogas e o armamento dos trabalhadores.

Luan Monteiro critica cotas trans e apresenta plano de segurança sem PM

Uma entrevista de Luan Monteiro, candidato do PCO ao governo do Rio, foi interrompida na Praça Seca por uma mulher que discordou das propostas apresentadas. Ela perguntou o número do candidato na urna para não votar nele, conforme o relato publicado ao fim da conversa.

O economista defende uma mudança na estrutura de segurança pública, com o fim da Polícia Militar, a descriminalização de todas as drogas e o direito ao armamento da população. Na avaliação de Monteiro, a extinção da PM deveria ser o primeiro passo de uma reforma no setor, seguida pela criação de uma segurança organizada nos bairros.

Sobre a possibilidade de o armamento fortalecer facções e milícias, o candidato afirmou que trabalhadores armados poderiam se proteger. “O tráfico cede à pressão ou entra em guerra”, declarou. Questionado sobre uma eventual guerra civil, respondeu que talvez isso não ocorresse, porque parte das pessoas envolvidas no tráfico teria ligação com as próprias regiões onde atua.

Universidade e cultura

Monteiro também foi questionado sobre os protestos que enfrentou na UFRJ por causa da posição do PCO contra cotas destinadas a pessoas trans. Ele disse defender o livre ingresso nas universidades e afirmou que o critério para democratizar o acesso deveria ser social.

Na entrevista, o candidato criticou a ideia de usar cotas como forma de corrigir o acesso desigual ao ensino superior. Para ele, essa política atenderia a um grupo muito pequeno e não resolveria o problema estrutural da elitização das universidades.

Morador do Engenho Novo e ligado à Praça Seca, onde viveu a maior parte da vida, Monteiro também falou sobre futebol, carnaval e cinema. Presidente de uma ala da Unidos do Jacarezinho, defendeu mais incentivo ao carnaval e à cultura.

Botafoguense, ele se posicionou contra as Sociedades Anônimas do Futebol, mesmo reconhecendo que o modelo ajudou um pouco o clube. O candidato também manteve a defesa de Neymar como jogador, apesar do apoio do atleta a Bolsonaro. Disse que gosta do desempenho esportivo do atacante e que não é necessário que os ídolos tenham posições políticas de esquerda.

Monteiro ainda declarou gostar dos filmes de Quentin Tarantino, embora discorde politicamente do diretor, e citou Mohamad Hindi como um influenciador que o diverte.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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