Niterói, Domingo, 4 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,22 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 192.115 -0,00% Niterói 18°C 18° / 30°
Brasil

Banca no Largo da Carioca reúne visões sobre o Brasil daqui a quatro anos

Eleitores falaram sobre saúde, emprego, política, cultura e assistência social em uma iniciativa inspirada por uma previsão sobre o governo do Rio.

Banca no Largo da Carioca reúne visões sobre o Brasil daqui a quatro anos

As escolhas nas urnas foram tratadas como parte decisiva do futuro do país por eleitores ouvidos no Largo da Carioca. A banca da Madame Ema Jurema convidou o público a imaginar como estará o Brasil daqui a quatro anos, em uma iniciativa inspirada na previsão de uma astróloga sobre a chegada de Ricardo Couto ao governo do Rio.

As respostas passaram por saúde, educação, emprego, alimentação, violência, impostos, cultura, benefícios e programas sociais. Também houve cobranças sobre a atuação de senadores, deputados e prefeitos, além do presidente, na condução do país.

Entre esperança e desconfiança

A cabeleireira Neuza de Matos, de 69 anos, afirmou acreditar em uma melhora. Ela defendeu maior valorização dos trabalhadores e mais oportunidades para o microempreendedor individual. Como é MEI, também pediu parcelas mais baratas.

Julia Stecklow, ilustradora autônoma de 27 anos, avaliou que quatro anos podem não bastar para alterar problemas já enraizados no Brasil. Para ela, a população não deve concentrar a responsabilidade apenas na Presidência, porque os demais cargos eleitos também influenciam o caminho do país.

Fernando da Conceição, vigilante de 57 anos, citou o aumento do custo de vida, a violência, a saúde e os impostos. Disse não confiar nos políticos e contou que vota nulo há quatro eleições. Ainda assim, considera possível iniciar uma melhora no período.

Paulo Santana, jornalista de 65 anos, apresentou cenários diferentes conforme o grupo político no poder. Em uma hipótese, afirmou que a cultura perderia espaço e o país poderia voltar ao mapa da fome. Na outra, projetou mais filhos de famílias pobres na faculdade, crescimento e a saída desse mapa.

Críticas à política e ao cotidiano

A aposentada Carla Guedes, de 71 anos, criticou mudanças em taxas e apostas e declarou apoio a Flávio Bolsonaro. Ela também mencionou o terceiro Desenrola e defendeu a ajuda a quem precisa, com prioridade para medidas que ampliem a autonomia dos beneficiários do Bolsa Família.

Sidney Marcos, aposentado de 67 anos, pediu o fim do foro privilegiado e mudanças nas escolas para ampliar as chances de estudantes pobres no Enem. Também criticou a disputa política entre Bolsonaro e Lula e defendeu renovação.

Mayara Silva, auxiliar de loja de 23 anos, relacionou o futuro à qualidade da gestão. Ela citou dificuldades de empregabilidade, alimentação e benefícios, além de ter ficado quase quatro anos sem trabalho antes de conseguir uma vaga.

Walter Teixeira, auxiliar de escritório de 57 anos, desejou um futuro melhor para o comércio, a população de rua e os ambulantes. Ele citou desemprego e desarmonia, mas disse manter esperança sem transformar sua expectativa em previsão.

Além da Presidência, os fluminenses elegerão governador, dois senadores, 46 deputados federais e 70 deputados estaduais em outubro.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.