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Defesa de Pantaleão pede que Justiça mantenha assembleia do Corinthians

Manifestação ao TJ-SP contesta novo pedido de três conselheiros vitalícios para cancelar a reunião que discutirá mudanças no Estatuto.

Defesa de Pantaleão pede que Justiça mantenha assembleia do Corinthians

A defesa de Leonardo Pantaleão pediu ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que rejeite o pedido mais recente de suspensão da Assembleia Geral dos associados do Corinthians. A reunião está marcada para este sábado e vai discutir a reforma do Estatuto do clube.

Pantaleão é vice-presidente do Conselho Deliberativo (CD). A manifestação foi apresentada nesta sexta-feira, em resposta à solicitação protocolada pelos conselheiros vitalícios Ademir de Carvalho Benedito, Alexandre Husni e Guilherme Gonçalves Strenger. O trio quer anular a decisão judicial de 11 de setembro, que autorizou a realização da assembleia.

Histórico da disputa

A contestação dos três conselheiros começou em 9 de junho, quando a Justiça negou o primeiro pedido de liminar para suspender a reunião, então marcada para o dia 20 daquele mês. Após recurso, eles conseguiram interromper a realização da assembleia em 16 de junho.

Em 18 de agosto, Romeu Tuma Júnior, presidente do CD, convocou uma nova reunião para 19 de setembro. Dois dias depois, os vitalícios recorreram novamente à Justiça. O pedido foi aceito no dia 25 pelo desembargador Maurício Campos da Silva Velho, da 4ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP.

A autorização para a assembleia foi restabelecida em 11 de setembro. Na decisão, ficou definido que somente os 11 temas aprovados nas reuniões do CD poderiam ser debatidos. A defesa de Pantaleão usa a legitimidade dessa determinação como um dos argumentos para manter o encontro. Desde então, os conselheiros apresentaram outros dois pedidos de anulação, ambos rejeitados pelo TJ-SP.

Pedidos apresentados

A manifestação sustenta ainda que a Justiça poderá avaliar posteriormente a validade do resultado da assembleia e das decisões aprovadas. A defesa também afirma que cancelar a reunião na véspera poderia provocar consequências jurídicas diante da autorização judicial já concedida.

Ao final, o pedido é para que a suspensão seja negada e a decisão de 11 de setembro continue em vigor. A defesa solicita também que seja recusada a tentativa de interromper de forma geral a implementação de eventuais mudanças estatutárias aprovadas pelos associados.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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