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Governo vai ouvir clubes sobre impacto do fim dos patrocínios de bets

Dario Durigan afirmou que não há previsão de socorro imediato às equipes e que decisões dependerão do diagnóstico do setor.

Governo vai ouvir clubes sobre impacto do fim dos patrocínios de bets
Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

O governo vai convocar clubes de futebol e confederações para avaliar os efeitos da proibição dos sites de apostas sobre o futebol brasileiro. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que, por enquanto, não há previsão de ajuda imediata para as equipes que perderem receitas de patrocínio.

A decisão será tomada depois de reuniões com os representantes do setor. A equipe econômica pretende medir o grau de dependência dos clubes em relação ao dinheiro das bets e ouvir as demandas antes de definir possíveis medidas. “Por determinação do presidente Lula, vamos chamar tanto os clubes de futebol quanto as federações para entender qual é o real impacto”, declarou Durigan.

Os patrocínios de empresas de apostas correspondem a 7,9% das receitas dos clubes da Série A do Brasileirão. Segundo o ministro, a participação dessa fonte nos orçamentos varia, em média, na casa de um dígito.

Durigan disse que uma eventual resposta do governo dependerá da avaliação feita após os encontros. “Caso seja necessário, caso essa seja a avaliação do governo, vamos adotar uma medida na sequência. Mas, para hoje, não”, afirmou.

Proibição dos sites

Durante a cerimônia que anunciou a medida, o ministro explicou que o governo analisou diferentes alternativas, incluindo a possibilidade de restringir apenas os cassinos online. Também foram considerados os efeitos sobre outros segmentos.

A opção escolhida foi proibir completamente os sites de apostas, diante das consequências sociais avaliadas pelo governo. Durigan afirmou que o tema tem provocado repercussão negativa para a sociedade e que, por isso, era necessária uma medida mais protetiva.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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