A seleção brasileira enfrenta a Índia no próximo sábado, 3, às 11h (de Brasília), em Calcutá. O duelo será disputado no Estádio Salt Lake, que recebeu uma aparição de Lionel Messi em dezembro do ano passado, marcada por invasões de campo e arremesso de objetos nas arquibancadas.
Durante a visita, Messi caminhou pelo gramado por cerca de 20 minutos ao lado de Luis Suárez e Rodrigo De Paul. Depois, torcedores entraram no campo e lançaram cadeiras e outros objetos. A confusão ocorreu após a cobrança de mais de US$ 100 (R$ 540 na cotação da época) pelo ingresso, diante da curta duração do evento.
“Ver Messi era um sonho. Mas não tive a oportunidade de vê-lo devido à desorganização no estádio”, afirmou Nabin Chatterjee, empresário de 37 anos.
Estátua retirada por risco de segurança
Na mesma passagem pela Índia, o Sree Bhumi Sporting Club inaugurou uma estátua de 21 metros de altura em homenagem ao jogador argentino. A estrutura foi retirada posteriormente por risco de segurança e ameaça de queda sobre moradores da região.
Javed Shamim, oficial da polícia estadual da região, afirmou que o chefe da organização foi detido. A Federação de Futebol da Índia (AIFF, em inglês) declarou que não participou da organização, do planejamento e da execução do episódio e que não recebeu autorização para a solicitação.
O compromisso contra os indianos encerra a participação do Brasil na Super Data Fifa de setembro e outubro. Antes da partida, a equipe comandada por Ancelotti enfrentou a Austrália duas vezes: empatou por 1 a 1 em Townsville e venceu por 4 a 2 em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vini Jr. marcaram os gols brasileiros no triunfo.



