O badminton reúne 321 alunos de 22 colégios na 44ª edição do Intercolegial O GLOBO/Sesc. As disputas acontecem na Vila Militar, em Deodoro, com provas individuais e de duplas nas categorias sub-13, sub-15 e sub-18, nos naipes masculino e feminino. A programação começa às 7h30 nos dois dias e conta com atletas federados e não federados.
A rodada de sábado foi dedicada às disputas de todas as categorias do sub-13, entre federados e não federados. As meninas do sub-18 também entraram em quadra, assim como as duplas mistas da categoria. No domingo, competem os atletas do sub-15 e os meninos do sub-18, nas duas divisões.
Pontuação e formato
Além das medalhas, os resultados valem pontos para a classificação geral do Intercolegial. O campeão de cada categoria soma nove pontos; o segundo colocado recebe sete. Do terceiro ao oitavo lugar, a pontuação é de seis, cinco, quatro, três, dois e um ponto, respectivamente.
Cada colégio pode montar equipes com até seis atletas masculinos e seis femininos por categoria. Nas provas individuais, são permitidos até três representantes de cada escola. Nas duplas, cada categoria pode ter duas formações masculinas, duas femininas e duas mistas. O atleta pode participar de uma prova individual e de uma de duplas, mas não de duas competições de duplas.
Os colégios também podem incluir até dois alunos não federados entre os atletas federados de cada categoria. A regra amplia a participação das escolas e mantém a separação prevista no regulamento.
O número de inscritos cresceu em relação à edição passada. Em 2025, o badminton teve 18 colégios e 310 alunos ao longo de dois fins de semana.
Irmãos voltam à disputa
Entre os participantes estão os gêmeos Rafael e Samuel de Oliveira Dias, do sub-15 federado. Os dois defendem a Escola Rachide da Gloria Salim Saker, de Niterói, e conquistaram este mês o Campeonato Brasileiro da modalidade nas duplas.
Com o título, Rafael e Samuel garantiram pelo segundo ano consecutivo uma vaga no Campeonato Sul-Americano, marcado para dezembro, no Paraguai. Antes do torneio internacional, eles voltam a representar a escola no Intercolegial.
Na edição de 2025, os irmãos venceram a disputa de duplas e depois se enfrentaram na final individual. Assim, todas as medalhas da categoria ficaram com a mesma escola.
Micheli Dias, mãe dos atletas, acompanha a preparação dos filhos. Ela afirmou que os dois estão concentrados na competição escolar e buscam manter o desempenho para continuar avançando no esporte. “A expectativa é conseguir um local de ponta para treinar e fazer isso com foco nas Olimpíadas, nos mantendo sempre entre os melhores”, disse.
O Intercolegial é realizado pelo GLOBO, com patrocínio do Sesc-RJ e apoio da Afya.




