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Cocão é preso no Galeão após investigação sobre celulares roubados

Thiago Américo do Livramento foi detido ao voltar de Dubai; a Polícia Civil relaciona o grupo a fraudes bancárias e ao tráfico no Complexo do São Carlos.

Cocão é preso no Galeão após investigação sobre celulares roubados
Foto: Divulgação/redes sociais

A Polícia Civil prendeu Thiago Américo do Livramento, conhecido como Cocão, no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, após o desembarque de um voo vindo de Dubai. A captura ocorreu nesta quinta-feira, durante uma operação da 6ª DP (Cidade Nova) com apoio da Polícia Federal.

O investigado era alvo de um mandado de prisão preventiva por organização criminosa. A polícia afirma que ele ocupava posição de liderança em um grupo ligado ao Terceiro Comando Puro (TCP), responsável pela receptação e comercialização de celulares furtados e roubados, principalmente iPhones levados na Zona Sul da capital.

Acesso a contas bancárias

As investigações, iniciadas em 2025, apontaram que os aparelhos eram submetidos a processos de desbloqueio depois de chegar ao grupo. A partir disso, os criminosos conseguiam acessar aplicativos bancários e dados pessoais das vítimas.

De acordo com os investigadores, o esquema incluía transferências, movimentações financeiras e outras fraudes antes da revenda dos telefones no mercado ilegal. Parte do dinheiro obtido com a comercialização dos celulares, segundo a Polícia Civil, era destinada ao financiamento das atividades do tráfico de drogas no Complexo do São Carlos, na Região Central do Rio.

Retorno acompanhado pela polícia

Cocão era monitorado havia meses. Os agentes acompanharam sua saída do país e identificaram o retorno ao Brasil depois de uma viagem de aproximadamente uma semana aos Emirados Árabes Unidos.

Com a confirmação da data e do horário do voo, equipes da 6ª DP organizaram a abordagem no Galeão. O suspeito foi detido logo depois de desembarcar, sem reação, conforme a polícia.

A investigação aponta que o grupo criminoso era originário do Complexo do São Carlos e atuava na Zona Sul, onde os celulares eram roubados e posteriormente revendidos após o desbloqueio e o acesso às informações das vítimas.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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