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Amistosos com Austrália e Índia servem para Ancelotti testar opções no Brasil

Após a Copa de 2026, o técnico usará os jogos para observar estreantes e avaliar alternativas em setores importantes da Seleção.

Amistosos com Austrália e Índia servem para Ancelotti testar opções no Brasil

Os amistosos contra a Austrália, em duas partidas, e a Índia serão os primeiros compromissos da Seleção Brasileira depois da Copa de 2026. Embora os adversários não representem um teste de alto nível, os jogos terão utilidade para Carlo Ancelotti, que poderá fazer observações sem a mesma pressão de outros momentos do trabalho.

O Brasil não enfrentará equipes europeias e africanas porque elas estão envolvidas em suas competições continentais. Com isso, a comissão técnica direcionou a Data Fifa para ampliar o grupo de opções e avaliar jogadores que ainda não haviam trabalhado com o treinador italiano.

Novidades no elenco

A convocação reúne nove estreantes: os goleiros Pedro Morisco e Otávio; os zagueiros Arthur Dias e Jair; o lateral Matheuzinho; Mauro Junior; e os volantes Martinelli, Breno Bidon e Gabriel Bontempo.

Ancelotti pretende observar alternativas para o gol, a zaga, as laterais e, principalmente, o meio-campo. Entre os goleiros, a busca é por novos nomes depois da tensão vivida na preparação para a última Copa, quando Alison era dúvida por causa da condição física e os reservas atravessavam má fase.

Na defesa, Marquinhos e Gabriel Magalhães continuam como titulares, mas o técnico quer encontrar outros jogadores que transmitam segurança. No último Mundial, Brenner e Leo Pereira foram levados com apenas uma convocação.

Disputa no meio-campo

As laterais e o meio-campo são os setores que mais exigem soluções. Com o fim do ciclo de Casemiro na Seleção, a posição de primeiro meio-campista está aberta.

No aspecto tático, porém, os confrontos não devem esclarecer a escolha entre atuar com dois ou três jogadores no meio. Como Austrália e Índia não oferecem grande teste defensivo, a tendência é que o Brasil use uma dupla no setor e mantenha quatro atacantes.

Recomeço para nomes conhecidos

Os amistosos também terão significados diferentes para os jogadores. Os estreantes tentarão aproveitar a oportunidade para permanecer nas próximas convocações. Pedro, por exemplo, trabalhará pela primeira vez com Ancelotti. Depois de ser prejudicado por lesões no ciclo anterior, ele busca se firmar como camisa 9, posição ainda sem dono definido.

Raphinha também vê a Data Fifa como uma chance de recomeço. O atacante foi cobrado por não repetir na Seleção as atuações que teve pelo Barcelona.

Estêvão, por sua vez, retorna após ficar fora da Copa do Mundo por uma lesão na coxa direita. O jogador do Chelsea, que já foi tratado como xodó de Ancelotti, quer mostrar que continua à altura da titularidade pelo lado direito do ataque.

“Fico muito feliz por estar de volta”, disse Estêvão, na Austrália, onde o Brasil joga na sexta-feira.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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