A nova dinâmica dos Diamantes no The Voice Brasil permite que veteranos do reality escolham qualquer um dos quatro times depois das audições às cegas. A regra foi apresentada na segunda temporada do programa no SBT e já teve Jade Baraldo como primeira participante nessa condição.
Quando um jurado vira a cadeira para um cantor Diamante, os outros técnicos também são obrigados a fazer o mesmo. Depois da apresentação, o veterano pode escolher seu time, mesmo que o técnico responsável pela virada não queira contar com ele.
Jade Baraldo retornou ao programa com a aprovação de Paulo Ricardo, mas preferiu integrar a equipe de Lauana Prado. A escolha mostrou como a novidade altera a decisão tradicional das audições, já que o cantor não fica necessariamente vinculado ao jurado que apertou o botão.
Risco para os veteranos
A dinâmica também coloca os próprios Diamantes diante da possibilidade de não avançarem. Caso nenhuma cadeira seja virada, o ex-participante fica fora da competição. “Eles estavam morrendo de medo, porque vai que não vira a cadeira”, afirmou J. B. Oliveira, o Boninho, durante um evento de apresentação do programa.
Os veteranos não disputam o prêmio de R$ 500 mil nem o contrato com uma gravadora. Dentro do formato, eles atuam como complementos dos jurados e ajudam as vozes das equipes. O Diamante do time vencedor ainda recebe R$ 50 mil, além da exposição no principal dia de exibição do SBT.
Para Tiago Leifert, o retorno ao programa não depende apenas da premiação. O apresentador afirmou que muitos cantores voltam porque querem cantar novamente, testar novas possibilidades e buscar reconhecimento para suas carreiras. “Muitos querem voltar. Querem cantar de novo, tentar alguma coisa, tentar o prêmio, tentar o crédito”, disse.



