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Artistas deixam embarcação após encalhe no Amazonas e voam para Manaus

Grupo chegou a Santarém após 36 horas de espera e comprou novas passagens para manter apresentações previstas na capital amazonense.

Artistas deixam embarcação após encalhe no Amazonas e voam para Manaus

Os quatro artistas circenses goianos que viajavam de Belém para Manaus deixaram a embarcação após 36 horas encalhados no Rio Amazonas. O grupo chegou ao porto de Santarém, no Pará, por volta das 8h deste domingo (4), e embarcou em um voo para a capital amazonense, com chegada prevista para cerca das 17h.

A produtora Victória Magalhães afirmou que a equipe passou duas noites e um dia inteiro aguardando uma solução. O atraso também gerou despesas extras: os quatro integrantes precisaram comprar novas passagens aéreas, pagas pelo projeto “Meu Norte é o Circo”.

“Ficamos 36 horas encalhados. Duas noites e um dia inteiro”, disse Victória. Ela também informou que o grupo pretende manter o cronograma das apresentações, apesar dos impactos financeiros e psicológicos relatados após o episódio.

As apresentações em Manaus estão previstas para os dias 6, 7, 8 e 9 de outubro. O grupo é formado por Jhony Robson, conhecido como Bulacha, Victória Magalhães, o fotógrafo Pedro Medrado e a sonoplasta Camila Ribeiro.

Problema no trajeto

A embarcação Santarém Star encalhou na quinta-feira (1º), em um barranco próximo a Almeirim, no Pará. O barco seguia de Belém para Manaus e ficou preso em uma área de lama. O percurso pelo Rio Amazonas estava previsto para durar cinco dias.

Segundo os artistas, havia mais de 100 passageiros na embarcação. Em alguns momentos, o barco ficou sem energia e sem sinal de celular. Uma tentativa de remoção com o auxílio de outra embarcação não conseguiu retirar o Santarém Star do local.

O projeto leva espetáculos a cidades e comunidades mais isoladas da região Norte do Brasil. Antes do deslocamento para Manaus, a equipe havia passado por Belém e pela Ilha do Marajó, com apresentações em comunidades e vilas de pescadores.

A circulação deve continuar no próximo ano, com compromissos previstos para Taquarussu e a região do Jalapão, no Tocantins, além de Ceilândia, no Distrito Federal. “As quatro passagens, nós tivemos que pagar pelo projeto”, explicou Victória.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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