O Sepultura fará no Rock in Rio seu último show no festival antes do encerramento oficial das atividades. A apresentação será a penúltima da banda no Brasil, e Andreas Kisser afirma que o momento será de celebração, não de melancolia.
Ao longo da trajetória do grupo, o Rock in Rio recebeu lançamentos de discos e apresentações especiais, incluindo trabalhos com o Tambor do Bronx, Zé Ramalho e a Orquestra Sinfônica. Para o guitarrista, retornar ao festival nesta fase representa a conclusão de um ciclo. “Eu acho que é um fechamento, vamos dizer assim, com essa chave de ouro realmente”, declarou Andreas.
Repertório dedicado a Derrick Green
O repertório preparado para o festival será concentrado na fase de Derrick Green como vocalista. O músico está no Sepultura há 28 anos e assumiu o posto depois da saída de Max Cavalera, um dos fundadores da banda.
Andreas Kisser atribui a Derrick uma participação decisiva na continuidade do grupo. “Se ele não tivesse entrado, a gente não teria como continuar o Sepultura”, afirmou o guitarrista.
Para Andreas, Derrick trouxe novas influências e objetivos ao grupo, além de ter permanecido ao lado dos integrantes em um período difícil. O vocalista é descrito por ele como amigo e irmão.
Depois do Rock in Rio, o Sepultura seguirá para Marrocos, Uruguai, Argentina, Chile e México. Serão mais seis shows antes da despedida final, marcada para São Paulo, no Estádio do Pacaembu.
Os ingressos para a apresentação final ainda estão disponíveis. Os preços variam de R$ 150, na meia-entrada, a R$ 1.600, na inteira.



