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Rock in Rio amplia recursos de acessibilidade para o público na Cidade do Rock

Festival oferece empréstimo de cadeiras, audiodescrição, kits sensoriais e sala de acolhimento para diferentes necessidades.

Rock in Rio amplia recursos de acessibilidade para o público na Cidade do Rock

O Rock in Rio oferece mais de dez serviços gratuitos para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, autismo e outras necessidades na Cidade do Rock. A estrutura reúne empréstimo de cadeiras de rodas, kit livre, plataformas elevadas, tradução em Libras, audiodescrição e recursos voltados à sensibilidade sensorial.

A Central de Acessibilidade concentra orientações e atendimentos especializados. O kit livre é um equipamento elétrico que se conecta a cadeiras de rodas manuais e facilita a circulação ao transformá-las em triciclos. O serviço também pode ser usado por pessoas com limitações temporárias, como quem sofreu uma lesão e não consegue caminhar por longos períodos.

Para retirar os equipamentos, o público entra na fila, faz um cadastro e apresenta um laudo que comprove a necessidade. Maria Alice, professora de 29 anos, quebrou o tornozelo dias antes do evento e utilizou uma das cadeiras disponíveis. Ela também informou que pretendia acompanhar o show de uma plataforma próxima ao Palco Mundo, com direito a levar um acompanhante.

Perto do palco, a estrutura elevada atende cadeirantes e pessoas com nanismo. Também há fones para o serviço de audiodescrição, que descreve os acontecimentos no palco para pessoas cegas ou com baixa visão. Soraia Alves, gerente de Impacto Social da PepsiCo/Doritos, explicou que a narração detalha ações como a entrada de artistas, conversas com o público e pedidos de aplausos.

Pessoas neurodivergentes podem retirar kits sensoriais com fones, óculos e outros itens antiestresse. O festival também disponibiliza uma sala sensorial para pausas, regulação e acolhimento. O espaço pode receber pessoas neurodivergentes e integrantes do público que estejam enfrentando ansiedade ou desconforto, desde que haja disponibilidade.

Uma equipe especializada permanece no local para orientar os visitantes e atender situações de ansiedade ou pânico. Dentro da sala, um profissional acolhe quem chega e identifica a necessidade apresentada. A tatuadora Kore Duarte, de 22 anos, usou o espaço após passar pela mosh pit e avaliou que o ambiente ajudou durante a pausa. Abafadores de ruído e brinquedos estimulantes também ficam disponíveis.

Ao terminar o atendimento, o público precisa devolver os kits sensoriais e as cadeiras emprestadas.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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