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Mila Seidl lamenta morte de Lito Sousa, influenciador de aviação

Aviador morreu aos 59 anos após enfrentar câncer de próstata e a Doença de Creutzfeldt-Jakob, enfermidade rara e sem cura.

Mila Seidl lamenta morte de Lito Sousa, influenciador de aviação
Foto: Instagram/reprodução

Lito Sousa morreu nesta quinta-feira (1), aos 59 anos, após enfrentar um câncer de próstata e a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma enfermidade cerebral rara, grave e sem cura. Influenciador de aviação, ele foi homenageado pela esposa, Mila Seidl, em um vídeo publicado nas redes sociais.

Natural de Natal, no Rio Grande do Norte, e criado em Santos, Lito reunia mais de 4,7 milhões de seguidores no Instagram e 3,6 milhões de inscritos no YouTube. Ele ficou conhecido por produzir conteúdos sobre segurança aérea e aviação.

Mila afirmou que conheceu o marido em 2014, quando o procurou para superar o medo de voar. Os dois se casaram em 2016 e tiveram Malone, de 7 anos. Na despedida, ela destacou o filho como o principal legado construído pelo casal.

“Eu não sei explicar a sua partida, talvez ninguém saiba”, disse Mila. Ela também lembrou a trajetória do aviador e afirmou que ele ajudou pessoas a se sentirem mais seguras para viajar.

Trajetória na aviação

Lito se formou como mecânico de aeronaves em 1984 e trabalhou na profissão por 36 anos. Em 2011, criou o canal Aviões e Música no YouTube, reunindo conteúdos sobre aviação e música. Durante a pandemia, o perfil registrou crescimento e chegou a 3,6 milhões de inscritos.

Em 2022, ele lançou o curso online Sem Medo de Voar, voltado a passageiros com medo de viajar. No mesmo ano, fundou com Mila a Lito Aviation Academy, escola de aviação civil localizada em Guarulhos, no estado de São Paulo.

Diagnóstico da doença

Lito confirmou o diagnóstico de câncer de próstata em julho. Durante o tratamento, apresentou dormência no braço esquerdo depois de uma viagem aos Estados Unidos e precisou retornar mais cedo ao Brasil. Após ser internado com uma inflamação no cérebro, recebeu o diagnóstico de DCJ.

A doença é neurodegenerativa, progressiva e sem cura. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou 547 casos confirmados entre 2005 e 2021. Pessoas de 55 a 74 anos concentraram 60,2% das notificações. O tratamento é paliativo e busca controlar sintomas e complicações, além de oferecer suporte ao paciente.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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