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MGK revisita mudança do rap ao emo em estreia marcada por tensão no Rock in Rio

Colson Baker apresentou repertório pop punk, deixou “Bad Things” fora do set e encerrou a noite com “My ex’s best friend”.

MGK revisita mudança do rap ao emo em estreia marcada por tensão no Rock in Rio
Foto: Reprodução/Globoplay

A mudança de identidade artística foi um dos pontos centrais da estreia de MGK no Rio. O cantor, que antes usava o nome Machine Gun Kelly, explicou em ocasiões anteriores que o antigo nome era um personagem baseado em um gângster dos anos 1930. Na nova fase, busca uma imagem diferente e mais pacífica.

A apresentação aconteceu neste sábado (5), no Rock in Rio, e percorreu em uma hora a trajetória de Colson Baker, que começou no rap e se aproximou do emo e do pop punk. O artista de 36 anos apresentou faixas mais pesadas, mas encontrou uma plateia dividida.

No início do show, parte do público hostilizou o cantor, que interrompeu a performance para tentar acalmar a situação. Em um momento de nervosismo, Baker afirmou que era um homem de Ohio vivendo seu sonho e que estava no palco para cantar para os fãs. Também declarou: “Existem dois tipos de música: boa e ruim”.

“FIX UR FACE”, lançada no ano passado, abriu o repertório. A canção recupera elementos do pop rock radiofônico do final dos anos 90 e lembra o som do Limp Bizkit. Na versão de estúdio, a faixa conta com a participação de Fred Durst, vocalista da banda.

Faixas deixadas de lado

MGK não incluiu “Bad Things”, seu maior sucesso, gravada com Camila Cabello. O repertório também trouxe uma música baseada em “Out of my head”, do trio texano Fastball.

A primeira passagem do artista pelo Brasil havia acontecido no Lollapalooza 2022. Na ocasião, a performance foi apresentada em ritmo lento e afastou parte considerável da plateia. Antes do show, MGK disse que não procurava um som perfeito, mas um reflexo do momento que vivia. Também afirmou que envelheceria e deixaria de fazer aquilo.

No palco, cantou diante de um microfone preso a um pedestal em formato de cigarro, dançou como em uma boyband durante “Vampire Diaries” e alternou canções de pop rock triste com lamentos sobre a própria vida.

A noite terminou com uma execução sóbria de “My ex’s best friend”. O desempenho se destacou entre os demais, mas o repertório não teve o mesmo efeito em uma noite do festival dedicada ao rock pesado.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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