Niterói, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,14 · Euro R$ 5,86 · Ibovespa 185.814 +0,00% Niterói 17°C 17° / 21°
Entretenimento

Mareé relata diagnóstico de borderline, internações e uso de drogas

Filha de MC Marcinho compartilhou a trajetória de saúde mental e falou sobre depressão, overdoses e recuperação nas redes sociais.

Mareé relata diagnóstico de borderline, internações e uso de drogas
Foto: YouTube/reprodução

Mareé, nome artístico de Marcelly Garcia e filha de MC Marcinho, relatou nas redes sociais sua trajetória de saúde mental. A cantora afirmou que recebeu o diagnóstico de transtorno de personalidade borderline aos 18 anos, mas disse que os problemas começaram ainda na infância, após sofrer bullying e desenvolver um transtorno alimentar.

Na adolescência, Mareé enfrentou depressão e chegou a ser internada. Ela também contou ter feito uso abusivo de medicamentos e, posteriormente, de drogas. Segundo o relato, o sofrimento se intensificou após a morte do pai, em 2023, período em que enfrentou duas overdoses.

A cantora afirmou que, em 2017, seus pais tiveram dificuldade para aceitar o diagnóstico. Na época, segundo ela, a família tinha resistência em admitir que uma pessoa ligada à igreja pudesse enfrentar depressão. Mareé também contou que chegou a fingir estar “endemoniada” durante orações realizadas por pastores e missionários em sua casa.

Ela disse ainda que passou por diversas internações a partir de setembro de 2018. Em sua publicação, destacou o apoio da família e de Jojo Todynho, que, conforme o relato, custeou seu tratamento em um dos momentos mais delicados.

Recuperação e espiritualidade

Em setembro do ano passado, Mareé afirmou que decidiu recomeçar e assumir a responsabilidade pelo próprio processo de recuperação. “Descobri que o borderline não me resume enquanto pessoa, eu sou dona do meu próprio destino”, escreveu.

A cantora também contou que encontrou na umbanda uma nova maneira de viver a espiritualidade. Ao relembrar a trajetória, ressaltou a importância dos pais e dos irmãos, que continuaram acreditando nela mesmo quando ela própria não conseguia fazer isso.

Mareé explicou que seu sofrimento não estava ligado à falta de bens materiais. “Havia um vazio diferente, crônico, e que me acompanhava desde a infância”, afirmou. Ao mencionar o setembro amarelo, mês de conscientização sobre saúde mental, escreveu que os familiares são o seu amarelo.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.