Niterói, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,14 · Euro R$ 5,86 · Ibovespa 185.814 +0,00% Niterói 17°C 17° / 21°
Brasil

Renan Santos acusa Flávio Bolsonaro de agir por interesse financeiro

Pré-candidato do Missão também criticou o Novo, rejeitou a terceira via e apresentou propostas para economia, educação e segurança.

Renan Santos chama Flávio Bolsonaro de 'criminoso': 'Lance do Flávio é ficar rico e comprar imóveis'
Foto: Reprodução

O pré-candidato à Presidência pelo Partido Missão, Renan Santos, classificou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como criminoso e afirmou que ele não teria condições de derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para Renan, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro nunca demonstrou interesse em construir uma candidatura própria.

Renan disse que Flávio teria atuado em Brasília com foco em negócios e patrimônio. “Flávio nunca quis ser presidente”, afirmou. O pré-candidato também questionou a influência do bolsonarismo sobre a direita brasileira e declarou que o campo político não deveria ser dominado pelo senador.

Críticas ao Novo e à polarização

O fundador do Missão também criticou o Partido Novo, que classificou como uma legenda de centro. Na avaliação dele, a sigla não apresenta uma visão de país suficientemente definida para áreas como educação e teria se aproximado do bolsonarismo, apesar de ter surgido como alternativa política.

Renan mencionou ainda o envolvimento de Flávio Bolsonaro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso por fraudes. Ele cobrou do Novo uma posição sobre milhões de reais que, segundo sua declaração, teriam sido recebidos pelo senador de Vorcaro.

O pré-candidato rejeitou a ideia de disputar a eleição como representante de uma terceira via. Para ele, essa estratégia coloca as candidaturas em uma posição secundária. Renan afirmou que pretende se apresentar como alternativa direta aos grupos liderados por Lula e Bolsonaro.

Sobre a composição da chapa, Renan defendeu a escolha de Aroldo Medina para a pré-candidatura à vice-presidência. Ele disse ter buscado um nome complementar ao seu perfil e minimizou a pouca projeção nacional do aliado: “Quem tem que ficar visível sou eu”.

Propostas apresentadas

Na economia, Renan concentrou as críticas na situação fiscal e defendeu mudanças na Previdência, a revisão de benefícios fiscais, alterações no funcionalismo público e o fim de mecanismos que aumentam automaticamente determinadas despesas do governo.

Para a educação, propôs o fim da progressão continuada e a criação de incentivos ligados ao desempenho escolar. Na segurança pública, defendeu a reforma do modelo de inquérito policial, o endurecimento das penas, maior integração tecnológica entre os órgãos e mudanças nas carreiras policiais.

Na política externa, Renan afirmou que o Brasil deve adotar uma postura pragmática na disputa entre Estados Unidos e China. Segundo ele, as reservas brasileiras de terras raras podem ampliar o poder de negociação do país e atrair investimentos internacionais.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.