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Gaviões relatam cobranças a Memphis, Garro, Diniz e diretoria do Corinthians

Organizadas estiveram no CT Dr. Joaquim Grava e exigiram respostas sobre desempenho, finanças, elenco e gestão do clube.

Gaviões relatam cobranças a Memphis, Garro, Diniz e diretoria do Corinthians

As seis torcidas organizadas do Corinthians foram ao CT Dr. Joaquim Grava para cobrar respostas sobre o momento do clube. A reunião ocorreu nesta sexta-feira, dois dias depois da eliminação para o Estudiantes, da Argentina, nas quartas de final da Libertadores, e em meio a uma sequência de cinco derrotas no Campeonato Brasileiro.

A distância para a zona de rebaixamento também esteve no centro das preocupações. O Corinthians está quatro pontos à frente de Vasco e Internacional, que ocupam as primeiras posições da área de queda.

Memphis e Garro entram no foco

A Gaviões da Fiel informou que as cobranças mais incisivas foram direcionadas a Memphis Depay, Garro e Osmar Stabile. O atacante holandês foi questionado pelo pênalti perdido no último lance da partida contra o Estudiantes. Alê, presidente da organizada, afirmou que Memphis reconheceu o erro e ouviu que precisa entregar mais em campo.

Garro também foi cobrado pela queda de rendimento. As torcidas pediram explicações sobre a atual fase do jogador e questionaram a falta de evolução coletiva da equipe. De acordo com Alê, os atletas relataram problemas internos, mas admitiram que as dificuldades do clube não justificam o desempenho apresentado.

A nota da Gaviões afirma que os jogadores foram cobrados por responsabilidade, comprometimento, seriedade e entrega. A organizada também informou que o elenco prometeu uma mudança de postura já neste domingo, agora que o Corinthians tem apenas os compromissos do Campeonato Brasileiro até o fim da temporada.

Técnico e diretoria são questionados

Fernando Diniz foi pressionado por causa dos resultados recentes e da ausência de evolução tática. A derrota por 2 a 1 para a Chapecoense, na Neo Química Arena, foi citada durante a conversa com o treinador.

A diretoria também foi alvo de questionamentos. Osmar Stabile precisou responder sobre pendências financeiras e administrativas, enquanto Marcelo Paz foi cobrado pela montagem do elenco e pelo trabalho como executivo de futebol. As organizadas mencionaram os três transfer bans que impedem o Corinthians de contratar reforços e questionaram a falta de R$ 22 milhões para suspender a punição.

Alê disse que as torcidas perderam a confiança em Stabile e cobraram soluções concretas, além do cumprimento das promessas feitas. A avaliação apresentada foi de que o clube enfrenta uma dívida que pode chegar a R$ 3 bilhões.

Departamento médico e votação

A situação de Yuri Alberto também foi discutida. Segundo Alê, o atacante está perto de completar dois meses afastado e só deve retornar depois da Data Fifa, no início de outubro. O presidente da Gaviões questionou a comunicação entre os departamentos Médico e Físico e citou a sequência de jogadores poupados.

Durante a reunião, os atletas tiveram espaço para falar sobre o ambiente no clube. Alê relatou que ouviu desabafos sobre os problemas enfrentados no dia a dia e descreveu a conversa como um choque de realidade, sem deixar de cobrar mais desempenho dentro de campo.

As organizadas confirmaram presença na votação do Parque São Jorge. Entre 9h e 17h, conselheiros discutirão 11 normas para alterar o Estatuto do Corinthians. A Gaviões defende que o Fiel Torcedor tenha direito ao voto depois de determinado período e pediu responsabilidade aos sócios.

A organizada afirmou que seguirá acompanhando e cobrando o clube. Para o próximo domingo, informou que estará na arquibancada durante os 90 minutos, mas exigirá comprometimento, respeito à camisa e responsabilidade de todos os envolvidos.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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