No domingo, 4 de outubro, a votação ocorrerá das 8h às 17h, no horário de Brasília. Serão escolhidos representantes para deputado federal, deputado estadual ou distrital, duas vagas ao Senado, governador e presidente da República. Se houver segundo turno para presidente ou governador, a nova votação será em 25 de outubro.
Antes de sair de casa
O local de votação pode ser consultado pelo aplicativo e-Título ou pelo site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No aplicativo, é necessário atualizar os dados cadastrais. No portal, o eleitor deve acessar a opção Onde votar e informar CPF, número do título, data de nascimento e nome da mãe.
A consulta é recomendada principalmente para quem mudou de endereço, pediu transferência temporária ou teve a zona eleitoral alterada. O período para tirar o primeiro título, transferir o domicílio, cadastrar a biometria ou resolver pendências terminou em 6 de maio. Desde 7 de maio, o cadastro está fechado para a organização do pleito.
O eleitor não precisa levar o título impresso, mas deve apresentar um documento oficial com foto. São aceitos RG, Carteira Nacional de Habilitação, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira profissional reconhecida por lei e e-Título com foto, quando a biometria estiver cadastrada. Documentos vencidos também podem ser usados se permitirem a identificação. Certidões de nascimento ou casamento não são válidas.
Ordem dos votos
A votação começa com deputado federal, cujo número tem 4 dígitos, e segue para deputado estadual ou distrital, com 5 dígitos. Depois, o eleitor vota para senador na primeira vaga, senador na segunda vaga e presidente da República.
Em 2026, duas das três cadeiras de senador de cada estado e do Distrito Federal serão renovadas, totalizando 54 das 81 vagas do Senado. É preciso escolher dois candidatos diferentes. Se o mesmo nome for digitado nas duas opções, o segundo voto será anulado.
Uma anotação em papel com os números dos candidatos pode ser levada à cabine. O celular, não. O aparelho pode acompanhar o eleitor até o local de votação, mas deve ficar fora da cabine. Equipamentos que possam comprometer o sigilo do voto devem ser deixados no espaço indicado pelos mesários.
Na cabine
Depois de apresentar o documento ao mesário e ser liberado, o eleitor deve digitar o número do candidato. Antes de confirmar, precisa conferir nome, foto, cargo e partido. Se houver erro, a tecla Corrige permite refazer a escolha; estando tudo certo, basta pressionar Confirma. A urna mostrará os cargos um a um e indicará o andamento por meio de uma barra de progresso.
O TSE oferece um simulador de votação para quem quiser treinar a sequência. Também é importante lembrar que o cadastro eleitoral não pode mais ser alterado para o primeiro turno por quem não regularizou a situação dentro do prazo.
Justificativa de ausência
Quem não votar poderá justificar a ausência no próprio dia, pelo e-Título ou mediante requerimento nos postos da Justiça Eleitoral. Também será possível fazer o procedimento depois: até 3 de dezembro de 2026 para o primeiro turno e até 8 de janeiro de 2027 para o segundo turno.
A justificativa precisa ser apresentada separadamente para cada turno em que o eleitor não comparecer. A Justiça Eleitoral reúne no portal do TSE e no aplicativo e-Título os serviços de consulta ao local de votação, situação eleitoral e outras informações.



