A evolução de Gui Amorim no trabalho sem bola mudou a forma como o meia participa das partidas do Corinthians sub-20. Após a vitória sobre o XV de Jaú, na segunda fase do Campeonato Paulista Sub-20, William Batista afirmou que o jogador passou a oferecer mais recursos ao time.
O técnico explicou que vinha cobrando uma atuação mais ampla do atleta, para que ele não ficasse restrito às ações próximas da área adversária. Aos 18 anos, Amorim passou a pressionar mais alto, recompor atrás da linha da bola, fazer desarmes e disputar duelos.
“Hoje, se você assiste ao jogo, o Amorim é um cara que pressiona alto”, afirmou Batista em entrevista. Segundo o treinador, o meia também participa da zona de construção e não apenas dos momentos de finalização.
Mais alternativas no ataque
Além da contribuição defensiva, William Batista tem pedido que Gui Amorim invada espaços, pise na área e faça infiltrações. A ideia é ampliar o repertório do jogador e prepará-lo para responder a diferentes cenários táticos ao longo da carreira.
Para o comandante, o meia tem conseguido entregar uma atuação mais completa no período recente. O objetivo é formar um atleta com múltiplos recursos para a equipe principal, seja daqui a seis meses, um ano ou quando o time profissional precisar.
Gui Amorim também vive seu melhor momento desde a promoção para a categoria mais velha. Com os gols marcados na segunda fase, ele chegou a três gols nesta temporada.
O Corinthians agora aguarda a definição do adversário nas oitavas de final do Estadual. As partidas devem ser disputadas no início de outubro, a partir do dia 2.




