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SP Open amplia estrutura e projeta público acima de 35 mil em 2026

Torneio em São Paulo terá quadra central maior, novas atrações e participantes como Leylah Fernandez e Paula Badosa.

SP Open amplia estrutura e projeta público acima de 35 mil em 2026
Foto: Felipe Rau/Estadão

O SP Open terá capacidade ampliada na segunda edição, com a quadra central passando de 2.500 para 2.800 lugares. O torneio também vai reformular o Boulevard do Parque Villa-Lobos, com mais áreas cobertas, um palco e um telão maior para atividades com as atletas e criadores de conteúdo.

A competição começa neste sábado, 12, com a fase qualificatória. A chave principal tem início previsto para segunda-feira, 14. O evento de nível WTA 250 será realizado sem Beatriz Haddad Maia, que está em pausa na carreira.

Mais público e novas atrações

Lui Carvalho, diretor do SP Open e também do Rio Open, afirmou que a expectativa é superar as 35 mil pessoas em 2026. Na edição de 2025, cerca de 33 mil torcedores acompanharam o torneio. A expansão da quadra central foi planejada junto com a ampliação de serviços como alimentação, banheiros, segurança e limpeza.

O empresário também destacou a presença de novas marcas parceiras, entre elas o Bradesco e a Mercedes-Benz. A IMM, empresa promotora do SP Open, é liderada por Marcia Casz e Enio Ribeiro, segundo Carvalho.

A edição de 2026 terá nomes como a canadense Leylah Fernandez, vice-campeã do US Open em 2021, e a espanhola Paula Badosa, ex-número 2 do mundo. A casaque Yulia Putintseva, que já integrou o top-20, e a alemã Eva Lys, de 24 anos e ex-top-40, também estão confirmadas.

Carvalho avaliou que a primeira edição ajudou a criar credibilidade com as jogadoras e com a WTA. O diretor citou ainda a possibilidade de partidas com a quadra cheia desde as rodadas iniciais, algo que, na avaliação dele, contribui para atrair novas participantes ao torneio.

Papel de Bia na criação do torneio

A criação do SP Open ocorreu após conversas entre Carvalho e Beatriz Haddad Maia. A tenista cobrava a realização de um torneio do circuito principal da WTA no Brasil. Carvalho contou que havia prometido levar um WTA ao país quando ela alcançasse o top 20.

Beatriz Haddad Maia chegou ao top 20 pela primeira vez em 15 de agosto de 2022. Em junho de 2023, alcançou o top 10.

Apesar da ausência na nova edição, Carvalho atribuiu à tenista um papel central na viabilização do evento. “Ela é a razão pela qual o SP Open existe, sem dúvida alguma”, disse o diretor.

O empresário também afirmou que a exposição de Bia, os resultados e o apoio de marcas ajudaram a ampliar a visibilidade do tênis brasileiro. Para ele, a medalha de bronze de Laura e Luísa nos Jogos Olímpicos também funcionou como catalisador para a modalidade.

Promessas brasileiras e futuro do evento

Naná Silva e Victoria Barros, ambas de 16 anos, terão espaço novamente no torneio. Carvalho afirmou que as duas conquistaram essa oportunidade pelos resultados e comparou o processo de desenvolvimento delas ao de João Fonseca, defendendo que cada atleta tenha seu próprio tempo.

O contrato do SP Open com a WTA vai até 2027. Carvalho disse que existem conversas constantes para manter o evento em São Paulo por mais tempo, mas não estabeleceu prazo para uma renovação. A intenção, segundo ele, é seguir no Parque Villa-Lobos e ampliar gradualmente a estrutura.

O diretor também admitiu a possibilidade de São Paulo receber um WTA 500 no futuro. Para isso, seria necessário adquirir uma nova licença ou encontrar uma licença disponível para outro promotor. Carvalho afirmou que o eventual avanço dependerá do desenvolvimento do torneio, das jogadoras e das condições do mercado.

Por enquanto, o SP Open seguirá como WTA 250. A organização considera o Parque Villa-Lobos adequado para o evento porque há espaço para expansão e possibilidade de reformar as quadras públicas utilizadas durante a competição.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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