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Scaloni prepara renovação da Argentina para o ciclo sem Messi

Técnico argentino quer testar jovens, mas admite que será difícil repetir o impacto da seleção nos últimos anos.

Scaloni prepara renovação da Argentina para o ciclo sem Messi
Foto: Juan Mabromata/Afp

A Argentina inicia a preparação para um novo ciclo com a despedida de Lionel Messi no horizonte. O amistoso contra Benin, marcado para o dia 6, será a última partida do camisa 10 pela seleção, enquanto Lionel Scaloni trabalha para abrir espaço a novos jogadores.

O treinador tem contrato somente até dezembro, mas já projeta a continuidade da equipe com oportunidades para atletas que ainda buscam espaço. Em entrevista ao canal asiático MiGu, Scaloni afirmou: “dar oportunidade aos jovens que possam se somar à nossa ideia de jogo”.

A avaliação do técnico é que a idade não será o principal critério para definir os convocados. A permanência ou a chegada de novos nomes dependerá do rendimento pelos clubes e da avaliação da comissão técnica. A intenção, segundo Scaloni, é observar todos os jogadores que possam seguir defendendo a camisa argentina.

Os primeiros compromissos do novo ciclo serão três amistosos da próxima data Fifa, todos disputados na Argentina. A equipe enfrentará a Bolívia no dia 30 deste mês, Burkina Faso em 3 de outubro e Benin no dia 6. O último duelo marcará a despedida de Messi.

Scaloni também reconheceu o tamanho do desafio após o período mais vitorioso da seleção. Nos últimos anos, a Argentina conquistou duas Copas Américas, em 2021 e 2024, uma Copa do Mundo, em 2022, e chegou à final do Mundial seguinte, quando perdeu para a Espanha. Ao todo, foram quatro finais consecutivas.

Desafio após a era vitoriosa

O treinador contou que já havia imaginado dificuldades depois da Copa América de 2024, especialmente porque ainda faltavam dois anos para a Copa do Mundo. A equipe, porém, conseguiu manter a competitividade.

Agora, com a mudança no grupo e a saída de Messi, Scaloni considera difícil reproduzir a identificação criada pela seleção. “Não vai ser fácil repetir algo assim”, declarou. Mesmo com a incerteza sobre quem estará no comando ou no elenco, afirmou que a Argentina tentará seguir competindo.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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