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Recurso de Bruno Henrique no caso de estelionato chega ao STJ

Ministro Joel Ilan Paciornik vai analisar tentativa da defesa de afastar acusação contra atacante do Flamengo na Justiça Comum.

Recurso de Bruno Henrique no caso de estelionato chega ao STJ
Foto: Reprodução/Youtube

O recurso apresentado pela defesa de Bruno Henrique no processo por estelionato chegou ao ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O atacante do Flamengo é réu no Distrito Federal por suspeita de ter forçado um cartão amarelo para beneficiar apostadores em 2023.

A defesa tenta sustentar que a acusação por estelionato não é cabível. O caso já passou pela segunda instância da Justiça Comum e agora está no STJ. Caberá a Paciornik analisar o pedido e, eventualmente, dar andamento ao processo no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).

Bruno Henrique também foi condenado na Justiça Desportiva em novembro do ano passado. A pena inicial era de 12 jogos de suspensão, mas foi convertida em multa de R$ 100 mil em última instância. Paralelamente, o atacante foi denunciado pelo Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT).

Além do jogador, são citados no processo Wander Nunes Pinto Júnior, irmão de Bruno Henrique; Ludymilla Araújo Lima, cunhada do atleta; Poliana Ester Nunes Cardoso, prima do atacante; e Andryl Sales Nascimento dos Reis, Claudinei Vitor Mosquete Bassan, Henrique Mosquete do Nascimento, Rafaela Cristina Elias Bassan e Max Evangelista Amorim.

O lance investigado

Bruno Henrique foi indiciado por causa de um cartão amarelo recebido na partida entre Flamengo e Santos, pela 31ª rodada do Brasileirão de 2023. O jogo foi disputado no Mané Garrincha, em Brasília, e terminou com vitória do time paulista por 2 a 1.

Nos acréscimos do segundo tempo, o atacante tentou cometer uma falta em Soteldo e recebeu o amarelo. Em seguida, reclamou com o árbitro Rafael Rodrigo Klein, que mostrou o cartão vermelho após a abordagem do jogador.

A Polícia Federal e o Ministério Público investigavam o caso desde novembro de 2024, depois que três casas de apostas identificaram volume e movimentações anormais em apostas relacionadas a cartões para Bruno Henrique naquela partida. Os investigados foram alvo de busca e apreensão. O celular do atacante foi apreendido, e conversas entre ele e Wander foram usadas como provas nos julgamentos posteriores.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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