RIO DE JANEIRO — A investigação sobre Lucho Acosta, meia do Fluminense, pode ser arquivada no próximo domingo (20). O prazo de 60 dias para uma eventual denúncia no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) chega ao fim nessa data, e a tendência atual é que o jogador não seja denunciado.
O caso envolve o cartão amarelo recebido por Acosta no empate em 1 a 1 entre Fluminense e Red Bull Bragantino, em 17 de julho, no Maracanã. O meia foi advertido aos 47 minutos do segundo tempo, no início de uma confusão generalizada durante a partida.
Investigação sobre aposta esportiva
A Stake identificou um volume anormal de palpites relacionados à punição de Acosta e comunicou o caso à Sportradar, empresa contratada pela FIFA para monitorar o Brasileirão. O relatório foi enviado à CBF, que notificou o Fluminense e deu início à investigação.
Desde então, o jogador participou de reuniões e prestou depoimentos para esclarecer as circunstâncias do cartão. O clube acompanhou o processo por meio de seus advogados e ofereceu suporte ao atleta, que veste a camisa 32.
Apesar da expectativa de arquivamento, Acosta e o Fluminense continuam atentos ao andamento do caso. A Procuradoria do STJD poderá avaliar uma reabertura se surgirem novos fatos ou provas.
A situação de Bruno Henrique, atacante do Flamengo, é citada como precedente. A investigação envolvendo o jogador foi arquivada pelo STJD em 2023, mas reaberta no ano passado após o surgimento de novos elementos em uma apuração conduzida pela Polícia Federal e pelo Ministério Público.



