Dolly Parton (1946-2026) manteve em segredo o diagnóstico de câncer até de parte da família. A revelação foi feita por sua irmã, Stella Parton, 77, duas semanas após a morte da cantora, aos 80 anos. Os representantes de Dolly haviam informado apenas que ela enfrentara uma breve batalha contra a doença.
Em entrevista ao programa CBS Mornings, Stella explicou que a artista não queria preocupar os fãs nem causar sofrimento aos parentes. Alguns familiares próximos sabiam do tratamento, mas a informação não foi compartilhada com toda a família.
“Ela não queria deixar as pessoas tristes”, afirmou Stella.
A irmã também disse que não pretende revelar qual era o tipo de câncer. Segundo Stella, Dolly não autorizou explicitamente que os familiares falassem sobre o assunto, e seus desejos serão respeitados.
Stella contou ainda que a cantora encarou a morte com serenidade e pediu apenas que as pessoas próximas rezassem por ela. Ao falar sobre o que mais sentia falta, citou o otimismo da irmã e afirmou que Dolly estava em paz e preparada.
Diagnóstico só foi divulgado após a morte
O diagnóstico tornou-se público somente depois da morte da cantora, por meio de uma nota de sua equipe. O comunicado destacou a dedicação de Dolly à carreira, à distribuição de livros pela Imagination Library e ao financiamento de pesquisas que ajudaram no desenvolvimento de uma vacina usada em todo o mundo.
A nota informou que Dolly morreu no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, cercada por pessoas que amava, depois de enfrentar a doença. O comunicado também descreveu o legado da artista e sua disposição para ajudar outras pessoas.
Antes da morte, Dolly ainda havia enfrentado problemas renais e uma condição autoimune. O tipo de câncer não foi informado pelos representantes nem por Stella Parton.



