Niterói, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,14 · Euro R$ 5,86 · Ibovespa 185.814 +0,00% Niterói 17°C 17° / 21°
Entretenimento

Interpol procura informações sobre Edson Davi entre crianças resgatadas nos EUA

Mãe do menino desaparecido afirma que entregará dados à Polícia Federal após contato da organização internacional.

Interpol procura informações sobre Edson Davi entre crianças resgatadas nos EUA
Foto: Mãe de Edson Davi foi contatada pela Interpol Reprodução: Instagram/@marizearaujo_

A mãe de Edson Davi, Marize Araújo, foi contatada pela Interpol após o resgate de 163 crianças e adolescentes na Flórida, nos Estados Unidos. Segundo Marize, existe a possibilidade de o filho estar entre os menores localizados na operação.

Edson Davi desapareceu aos seis anos, em 4 de janeiro de 2024, na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Desde então, ele não foi encontrado. As buscas no mar e as investigações policiais não localizaram vestígios do menino.

O contato da Interpol ocorreu dois anos e oito meses depois do desaparecimento. Entre as crianças e adolescentes resgatados, com idades entre dois meses e 17 anos, há pessoas de 12 nacionalidades, incluindo brasileiros. Também existe a possibilidade de crianças desaparecidas do Maranhão estarem entre os resgatados.

Marize afirmou que foi orientada a levar informações do filho à Polícia Federal. “Finalmente eu recebi a ligação que eu tanto esperava, a Interpol entrou em contato com o meu advogado”, disse. Ela também pediu orações e afirmou que espera encontrar Edson Davi.

Questionamentos sobre o desaparecimento

No dia do desaparecimento, Edson estava na praia com o pai, que trabalhava como barraqueiro. Marize acompanhava o outro filho do casal, que é autista, em uma consulta médica.

A mãe contesta a hipótese de afogamento e afirma que o menino tinha medo do mar e se recusava a entrar na água. Ela também questiona o funcionamento das câmeras próximas ao local. De acordo com Marize, o equipamento do posto 4, onde Edson desapareceu, não funcionava, enquanto os dos postos 3 e 5 estavam operacionais.

Marize declarou ainda que a câmera de um hotel próximo estava voltada para a área de carga e descarga. A delegada responsável pelo caso teria informado que foram analisados dois quilômetros de imagens, sem registro do menino deixando a praia. Para a mãe, porém, havia pontos cegos causados pela falta de câmeras.

Ela também criticou a condução das buscas, afirmando que os bombeiros procuraram Edson no mar por mais de três meses, sem encontrar qualquer sinal.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.