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Emma Heming relata momentos de alegria ao lado de Bruce Willis

Esposa diz que o ator continua fazendo a família rir e rebate a ideia de que a demência frontotemporal encerra a vida ou os vínculos.

Emma Heming relata momentos de alegria ao lado de Bruce Willis

Emma Heming, 48, afirmou que Bruce Willis, 71, continua participando de momentos de humor e conexão com a família, apesar do diagnóstico de demência frontotemporal. O ator se afastou da vida pública por causa da progressão da doença.

Em entrevista à edição britânica da revista Hello!, Emma contou que o senso de alegria da família tem ajudado a atravessar o período. O casal é pai de Mabel, 14, e Evelyn, 12. Segundo ela, as filhas fazem comentários engraçados, enquanto Bruce ainda diz coisas que provocam risadas em casa.

“Bruce também é muito engraçado, ele ainda diz coisas que nos fazem rir…”, afirmou Emma. A empresária fez questão de explicar que a família não ri do ator, mas compartilha esses momentos com ele. Ela também disse que Bruce permanece presente e que todos conseguem manter a diversão na rotina.

A esposa do ator destacou que o diagnóstico não significa o fim da vida ou dos momentos felizes. Para Emma, ainda existem experiências de afeto, risadas e proximidade entre a pessoa diagnosticada e seus familiares.

Demência frontotemporal

Emma também contestou a associação automática entre demência e a perda do reconhecimento dos parentes. Além de Mabel e Evelyn, Bruce é pai de Rumer, 38, Scout, 35, e Tallulah, 32, do casamento com Demi Moore.

A demência frontotemporal compromete a comunicação e pode causar uma redução gradual do vocabulário. Ao contrário do Alzheimer, alterações de comportamento costumam surgir antes dos problemas de memória.

“Minha resposta é sempre um enfático sim”, disse Emma ao relatar a pergunta frequente sobre Bruce ainda se lembrar dela. Em seguida, ela reforçou que o diagnóstico do ator é de demência frontotemporal, e não de Alzheimer.

A empresária ainda afirmou que a condição é extremamente comum e que a estimativa é de que o número de casos triplique até 2050. Para ela, o estigma e a vergonha continuam alimentando interpretações equivocadas sobre a doença.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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