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Charles Spencer relata sentir a presença de Diana em momentos difíceis

Conde diz que usa abotoaduras dadas pela irmã no fim dos anos 1980 para manter viva a conexão com a princesa.

Charles Spencer relata sentir a presença de Diana em momentos difíceis

Charles Spencer afirmou que sente a presença da irmã, a princesa Diana, em períodos difíceis. O conde também contou que costuma usar, em ocasiões importantes, um par de abotoaduras que recebeu dela no fim dos anos 1980.

A declaração ocorreu após o lançamento do livro de memórias Canto do Cisne: Diana, minha irmã, publicado no último dia 22. Questionado sobre a ligação com a princesa, Spencer disse: “Realmente sinto Diana ao meu lado em momentos difíceis.”

Diana morreu aos 36 anos, em agosto de 1997, após um acidente de carro em Paris. Ela deixou os filhos William, hoje com 44 anos, e Harry, 42.

As abotoaduras, segundo Spencer, funcionam como uma lembrança da irmã quando ele precisa lidar com situações relevantes. Ele afirmou que as usa em reuniões nas quais algo muito importante será decidido.

O livro também abriu uma disputa pública entre Spencer e o rei Charles III, 77, a respeito dos acontecimentos posteriores à morte de Diana. Na obra, o conde relata uma discussão sobre a decisão de permitir que William e Harry, então com 15 e 12 anos, caminhassem atrás do caixão da mãe durante o cortejo fúnebre.

Spencer escreveu que Charles mencionou sua participação no funeral de Lord Mountbatten, em 1979, como comparação. O conde respondeu que o príncipe tinha 30 anos naquela ocasião, enquanto William e Harry ainda eram adolescentes. De acordo com o relato, Charles teria perdido o controle durante a conversa.

Em uma manifestação pública incomum, um porta-voz do monarca afirmou que o luto pode afetar a razão, o julgamento e as lembranças de pessoas que viveram uma perda. “Sua Majestade está ciente de que a dor do luto fraterno pode obscurecer a razão”, declarou.

Uma fonte próxima ao rei contestou a frase atribuída a Charles e disse que ela não combinava com sua natureza. A mesma fonte afirmou que ele ficou paralisado pela dor após a morte de Diana, defendeu um funeral cerimonial completo e determinou que o caixão fosse coberto pelo estandarte real no retorno de Paris para Londres.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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