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Christian Brueckner diz que estava a 137 metros de Madeleine no dia do sumiço

Principal suspeito afirma que foi parado três vezes pela polícia em Praia da Luz e tentou deixar a região após o desaparecimento.

Christian Brueckner diz que estava a 137 metros de Madeleine no dia do sumiço
Foto: Homem que levou Madeleine McCann surpreendeu com admissão Reprodução

Christian Brueckner, apontado como principal suspeito pelo desaparecimento de Madeleine McCann, afirmou que estava a 137 metros do hotel onde a menina desapareceu em 3 de maio de 2007. O alemão também disse que foi parado três vezes pela polícia naquela noite e que tentou deixar a região rapidamente.

Madeleine tinha três anos e dormia em um quarto de hotel na Praia da Luz, em Portugal, com os irmãos gêmeos, de dois anos. Os pais, Kate e Gerry, jantavam no restaurante do mesmo hotel. Quando foram verificar as crianças, perceberam que Madeleine não estava mais no quarto. Ela nunca foi encontrada.

Relato sobre a noite do desaparecimento

Brueckner declarou que estava na praia, perto do hotel, vendendo drogas. Segundo ele, havia levado os entorpecentes ilegalmente da Espanha para Portugal. O alemão afirmou ainda que sua van estava cheia de drogas, mas não foi revistada durante as abordagens policiais.

“Cheguei a ser parado pela polícia três vezes na rua [em Praia da Luz] enquanto eles procuravam pela Maddie. Por sorte, eles não encontraram as drogas. Minha van estava cheia delas”, disse.

Ele também relatou que deixou o local diante da movimentação policial. Brueckner afirmou que havia luzes azuis e barreiras na região e que pensou em sair dali o mais rápido possível.

Questionado sobre o motivo de ter escondido essas informações por tantos anos, o alemão disse que permaneceu em silêncio porque acreditava que a polícia queria incriminá-lo pelo caso de Madeleine.

Suspeito nega envolvimento

Apesar do relato sobre sua presença próxima ao hotel, Christian Brueckner continua negando ter levado Madeleine. Em 2020, promotores alemães o apontaram como principal suspeito e afirmaram ter provas concretas contra ele, embora não suficientes para garantir uma condenação.

Investigadores já haviam informado que localizaram Brueckner perto de Madeleine no dia e horário do desaparecimento por meio do celular usado por ele na época.

Uma pessoa próxima aos pais da menina afirmou que, caso o relato seja verdadeiro, surge a dúvida sobre o que poderia ter acontecido se a polícia portuguesa não tivesse permitido que ele deixasse o local.

Brueckner vive na Alemanha. Detetives da Polícia Metropolitana de Londres tentam levá-lo à Inglaterra para que seja julgado pelo sequestro e pela morte de Madeleine. Os investigadores acreditam que ele sequestrou a menina e a matou pouco tempo depois.

O alemão tem duas condenações por abuso e foi considerado culpado por crimes como roubo, tráfico de drogas, agressão e abuso de crianças e de uma idosa. Ele deixou uma prisão na Alemanha em setembro do ano passado, após cumprir pena de seis anos pelo abuso de uma turista americana de 72 anos. Desde então, passou a ser monitorado 24 horas por dia.

Brueckner também é investigado por outro abuso contra uma menina de nove anos em Braunschweig, na Baixa Saxônia, em 2015. As novas declarações podem ser analisadas no contexto das tentativas de levá-lo à Inglaterra.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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