Binta será flagrada com Pascoal por Chinua durante a ausência de Jendal em A Nobreza do Amor. O conselheiro ligado à resistência descobrirá o relacionamento e guardará a informação para tentar derrubar a rainha e o chefe da guarda quando o usurpador retornar ao reino africano.
Com a viagem de Jendal, Binta e Pascoal passaram a comandar o palácio. Os dois também castigaram Kênia, que foi enviada para trabalhar nas minas de tungstênio. Para se encontrar em segredo, o casal transformará os aposentos da princesa em esconderijo.
O flagrante e a pressão política
Chinua surpreenderá os amantes juntos e saberá que Binta, mulher de Jendal, mantém um caso com um dos homens de confiança do monarca. A descoberta deixará a rainha com um segredo comprometedor nas mãos de um adversário do regime golpista.
O flagrante ocorrerá enquanto Binta tenta refazer o acordo com os franceses. Ela contará a Jawari seus planos para o reino e pressionará Campbell durante as negociações que envolvem interesses estrangeiros no país.
Enquanto isso, a resistência seguirá em movimento. Akin e Ladisa procurarão aliados para proteger Dumi e Kênia. Gamba se juntará ao grupo como reforço na luta contra o regime.
A traição não será usada imediatamente contra Binta. Mais adiante, Chinua revelará aos rebeldes que pretende explorar o caso para retirar a rainha e o chefe da guarda do poder quando Jendal voltar. Binta, por sua vez, ainda não saberá que o conselheiro descobriu seu relacionamento com Pascoal.
A novela tem como protagonistas Alika, interpretada por Duda Santos, e Tonho, vivido por Ronald Sotto. Com direção artística de Gustavo Fernandez, a trama é ambientada na década de 1920 e se passa em dois universos fictícios: o reino de Batanga, na costa ocidental da África, e a cidade de Barro Preto, no Rio Grande do Norte. A história é escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr.


