A experiência acumulada em decisões pode ser um dos trunfos do Corinthians contra o São Paulo na final do Campeonato Brasileiro Feminino. Tamires afirmou que o elenco pretende usar esse conhecimento para lidar com os diferentes momentos do confronto, sem tratar o fator como garantia de resultado.
A partida de ida será neste sábado, às 16h30, na Neo Química Arena. O duelo de volta está marcado para o próximo sábado, também às 16h30, no Morumbis.
Expectativa por novo recorde
Tamires afirmou que espera uma Arena lotada e lembrou a força da torcida no jogo contra o Bahia, na última segunda-feira. Quase 10 mil torcedores acompanharam, na Casa do Povo, a vitória corintiana por 1 a 0, resultado que confirmou a equipe na decisão após a partida de volta das semifinais.
A lateral também projetou a possibilidade de o clube ampliar a marca de público do futebol feminino nacional. O Corinthians detém os três maiores públicos da modalidade no país. Tamires citou o recorde de 44.500 pessoas registrado em 2024 e apontou que a final contra o São Paulo oferece uma nova oportunidade para superar o número.
Clássico e apoio da torcida
A jogadora classificou o confronto como muito disputado e destacou a necessidade de concentração durante todo o jogo. Para ela, a vivência do Corinthians em finais pode ajudar o grupo a controlar as situações da partida, conversar em campo e reagir quando necessário.
Andressa Alves também ressaltou a importância do apoio vindo das arquibancadas. A meio-campista mencionou a convocação feita pela Gaviões da Fiel na manhã desta quinta-feira e disse que jogar ao lado da torcida aumenta a motivação da equipe. “É um combustível a mais”, declarou.
A presença da Fiel será novamente esperada pelas Brabas, que buscam abrir vantagem no primeiro encontro com o São Paulo. Andressa garantiu que o time manterá a disposição para correr e lutar pela camisa do Corinthians, independentemente do resultado.
Tamires ainda comentou as críticas recebidas pela equipe nos últimos meses. A lateral afirmou que o elenco precisa seguir trabalhando e que os torcedores têm o direito de reagir conforme as emoções, desde que não haja falta de respeito com as jogadoras e o trabalho realizado.




