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Célio Silva defende identidade do Corinthians na formação de jovens atletas

Ex-zagueiro atua no desenvolvimento individual da base e relembra parceria com Fernando Diniz no clube.

Célio Silva defende identidade do Corinthians na formação de jovens atletas

A formação de jogadores do Corinthians deve preservar a identidade do clube, na avaliação de Célio Silva. O ex-zagueiro, que atualmente trabalha como auxiliar técnico nas categorias de base e no desenvolvimento individual dos atletas, defende que os treinadores tenham liberdade para montar seus trabalhos sem deixar de lado a essência corintiana.

"Eu acredito que o atleta tem que desenvolver o perfil do clube", opinou Célio Silva em entrevista ao Resenha do Lounge. Para ele, a chegada de um técnico com uma filosofia própria não pode impedir que o jogador entenda como o Corinthians nasceu e de que maneira o torcedor espera ver a equipe atuar.

Atuação na base

Célio retornou ao Parque São Jorge em 2022 como captador de atletas. Hoje, participa do trabalho voltado às necessidades específicas de fundamento dos jogadores do Sub-12 até o Sub-6. Antes disso, foi treinador das categorias de base do Corinthians entre 2017 e trabalhou com Felipe Longo, Guilherme Biro, Léo Maná e Wesley.

A experiência no desenvolvimento de jovens se soma à passagem que teve pelo clube como jogador. Célio defendeu o Corinthians entre 1994 e 1998 e formou dupla com Fernando Diniz no fim de sua trajetória pela equipe. Os dois atuaram juntos em 22 jogos, entre 1997 e 1998, com dez vitórias, cinco empates e sete derrotas. A parceria também terminou com o título do Campeonato Paulista de 1997.

Elogios ao trabalho de Diniz

Célio afirmou que o modelo de Fernando Diniz transformou conceitos do futebol brasileiro e passou a influenciar também as categorias de base. O ex-zagueiro contou que trabalhou com o treinador na primeira passagem dele pelo Corinthians e também o enfrentou quando Diniz comandava o Juventus.

Na lembrança de Célio, o projeto começou no Votoraty, onde Diniz foi campeão da Copa Paulista duas vezes, e teve campanhas pelo Audax. O estilo exige que os defensores participem da construção das jogadas e tenham personalidade para atuar dessa maneira, algo que, segundo o ex-atleta, já é cobrado dos jovens.

Com 157 jogos pelo Corinthians, Célio conquistou a Copa do Brasil e o Paulistão de 1995, além do Troféu Ramón de Carranza em 1996. Ele marcou 19 gols pelo clube e recebeu o apelido de Canhão do Parque. Depois de deixar o time em 1998, rumo ao Goiás, também jogou por Americano, Vasco, Internacional, Flamengo, Universidad Católica, do Chile, e Caen, da França. Pela Seleção Brasileira, acumulou passagens entre 1992 e 1997.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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