O Corinthians terá dez compromissos pelo Campeonato Brasileiro entre outubro e dezembro, em uma sequência decisiva na luta contra o rebaixamento. A equipe ocupa a 14ª colocação, com 32 pontos, apenas três acima do Grêmio, que abre o Z4.
Nesse cenário, Matheus Bidu convive com dores na região do púbis e tem suspeita de hérnia inguinal. O lateral-esquerdo começou a sentir o incômodo em julho e, desde então, recorre a infiltrações e medicamentos para controlar os sintomas. A intenção é deixar uma possível cirurgia para o fim da temporada.
A primeira partida da sequência está marcada para 7 de outubro, depois da Super Data Fifa. O Corinthians visita o Internacional, no Beira-Rio, em Porto Alegre, pela 29ª rodada do Brasileirão.
Histórico recente no elenco
Se o diagnóstico de Bidu for confirmado, ele será o quinto jogador do Corinthians a apresentar o problema desde a última temporada. Gustavo Henrique teve uma hérnia em maio de 2025 e ficou 72 dias afastado. Hugo enfrentou o mesmo quadro em julho de 2025 e retornou após 57 dias.
Yuri Alberto foi diagnosticado em agosto de 2025 e voltou a jogar depois de 28 dias, o menor período entre os casos citados. Já João Pedro Tchoca teve a lesão em maio deste ano e precisou de 100 dias para retornar aos gramados.
A hérnia inguinal ocorre quando parte do intestino ou do tecido adiposo passa por uma área de fraqueza na parede abdominal, na região da virilha. O quadro pode causar dor e limitar atividades físicas. De acordo com o médico Mohamad Omair, o retorno aos treinos costuma ser gradual e varia de quatro a oito semanas, conforme o caso e o tipo de cirurgia.
“Ela acontece na região da virilha e pode impactar diretamente a performance, pois causa dor e limita os movimentos”, explicou o médico em agosto de 2025, quando Yuri Alberto também enfrentou o problema.




