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Augusto Cury alcança dois dígitos em pesquisas para a Presidência em 2026

Levantamentos divulgados entre 31 de agosto e 3 de setembro mostram o candidato do Avante entre 7% e 11% no primeiro turno.

As pesquisas que confirmam o avanço de Augusto Cury

Augusto Cury (Avante) alcançou dois dígitos nas intenções de voto para a Presidência da República em pesquisas divulgadas na última semana. Entre 31 de agosto e 3 de setembro, sete institutos registraram o crescimento do escritor, que passou de até 4% para uma faixa entre 7% e 11% nos cenários estimulados de primeiro turno.

Nexus/BTG Pactual, AtlasIntel, Real Time Big Data, Quaest, PoderData, Futura Inteligência e Datafolha captaram a alta. Cury marcou 11% no levantamento Nexus/BTG Pactual; 7,8% no AtlasIntel; 10% no Real Time Big Data; 10% na Quaest; 10% no PoderData; 9,9% na Futura Inteligência; e 7% no Datafolha.

Com os resultados, o candidato do Avante se tornou o primeiro nome além de Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) a atingir dois dígitos nas pesquisas citadas. O avanço, porém, ainda não o coloca em condição de ameaçar os planos dos dois líderes para o segundo turno. Lula permanece na frente no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro aparece entre 19 e 25,9 pontos percentuais à frente de Cury, dependendo do levantamento.

O que explica o crescimento

Cury já era conhecido como escritor, com livros publicados em mais de 70 países. Estimativas do setor editorial indicam vendas entre 35 e 40 milhões de exemplares. Entre as obras está O vendedor de sonhos, adaptada para o cinema.

A exposição no debate da Band, a entrevista no Jornal Nacional e o crescimento nas redes sociais ampliaram sua visibilidade na corrida presidencial. No Instagram, ele passou de 10 milhões de seguidores em menos de duas semanas.

Na pesquisa Quaest, 10% afirmaram em agosto que conheciam Cury e votariam nele. No início de setembro, o índice chegou a 21%. Ao mesmo tempo, a rejeição ao candidato também aumentou. Entre os eleitores que declararam intenção de votar nele, 52% disseram que a escolha era definitiva. Em julho, nenhum entrevistado havia afirmado que estava totalmente decidido a manter o voto.

Migração de votos

A evolução de Cury ocorreu com redução nas intenções de voto de outros candidatos, principalmente entre nomes que apareciam atrás de Lula e Flávio Bolsonaro. Na comparação da Quaest entre 14 de agosto e 2 de setembro, Cury avançou 8 pontos percentuais. Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos e Romeu Zema recuaram 1 ponto, enquanto Ronaldo Caiado caiu 3 pontos.

Entre os eleitores independentes, 24% declararam voto em Cury na pesquisa Quaest de setembro. O candidato registrou 6% tanto na chamada esquerda não lulista quanto na direita não bolsonarista.

A Quaest foi o único instituto citado a testar Cury em um segundo turno contra Lula. Nesse cenário, o petista aparece com 40%, contra 34% do candidato do Avante.

Metodologia

O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 1º a 3 de setembro de 2026, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A Futura Inteligência entrevistou 2.000 pessoas de 27 de agosto a 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e confiança de 95%.

O PoderData ouviu 3.000 pessoas de 30 de agosto a 2 de setembro de 2026. A Quaest entrevistou 2.004 pessoas de 30 de agosto a 1º de setembro de 2026. Nos dois levantamentos, a margem de erro foi de 2 pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%.

A Real Time Big Data ouviu 2.000 pessoas de 27 a 31 de agosto de 2026. A AtlasIntel entrevistou 5.014 pessoas de 25 a 30 de agosto de 2026, e o Nexus ouviu 2.005 pessoas de 28 a 30 de agosto de 2026.

Texto produzido pela Redação Giro da Torcida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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