LA PLATA — A arbitragem de Darío Herrera foi o principal alvo dos protestos do Estudiantes na decisão da Supercopa Internacional. O clube pediu pênalti após a bola tocar no braço de Ovando, dentro da área do Rosario Central, mas a partida seguiu. Juan Sebastián Verón, presidente do Estudiantes, entrou no gramado para reclamar do lance.
O Rosario Central venceu por 3 a 1 neste sábado, no Estádio Jorge Luis Hirschi, e ficou com o título. Alexis Castro colocou o Estudiantes na frente aos dois minutos, mas Di María marcou duas vezes no primeiro tempo e virou o placar. O segundo gol saiu em cobrança de pênalti, nos acréscimos.
Julián Fernández ampliou para o Rosario Central nos acréscimos do segundo tempo. Depois do gol, os jogadores se envolveram em uma confusão que começou no gramado e continuou no caminho para os vestiários.
“Foi lamentável. Não fizemos nada para que isso acontecesse”, afirmou Di María, do Rosario, em entrevista à imprensa argentina. Herrera aplicou cinco cartões amarelos ao Estudiantes e dois ao Rosario.
Próximo compromisso
Adversário do Flamengo na semifinal da Libertadores, o Estudiantes recebe o clube brasileiro no dia 15 de outubro, pela partida de ida. O segundo jogo será na semana seguinte, no Maracanã. A outra semifinal reúne Fluminense e Palmeiras, que definirão o outro finalista do torneio sul-americano.


