A disputa pelo futuro de Batanga terá três mulheres em posições decisivas no último mês de A Nobreza do Amor. Alika/Lúcia, interpretada por Duda Santos, seguirá como principal símbolo da retomada do trono, enquanto Binta ampliará sua influência política e Menemi entrará na resistência como aliada da princesa.
Mesmo longe do reino, Alika verá crescer o movimento em torno de seu nome. A reação contra o regime será liderada por José, que chegará a Batanga, encontrará Chinua e se aproximará de Akin e Ladisa. Dumi e outros personagens também estarão envolvidos na articulação: Akin, Ladisa, Chinua e Gamba participarão da resistência.
Binta aproveitará a ausência de Jendal, que deixou Batanga para perseguir Alika no Brasil, para aumentar seu poder. A vilã atuará politicamente ao lado de Pascoal, com quem mantém um relacionamento escondido. O plano, porém, será ameaçado por Chinua, que descobrirá o envolvimento de Binta com o chefe da guarda e pretende usar essa informação no momento adequado para beneficiar a resistência.
Menemi, rainha de Zinga, será a nova força no tabuleiro político. A personagem de Taís Araujo colocará a influência de seu reino a serviço da libertação de Batanga. A movimentação também incluirá uma tentativa de libertar Kênia e Dumi. Depois, José ficará frente a frente com Menemi, em um encontro que aproximará a resistência do apoio político de outro reino.
Encerramento da novela
A Nobreza do Amor tem Alika e Tonho como protagonistas. A princesa africana é vivida por Duda Santos, enquanto o trabalhador brasileiro é interpretado por Ronald Sotto. A novela tem direção artística de Gustavo Fernandez e foi escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr.
Ambientada na década de 1920, a trama se passa em dois universos fictícios: Batanga, na costa ocidental da África, e Barro Preto, cidade localizada no Rio Grande do Norte. Se não houver mudança de programação, a novela das seis terminará em 30 de outubro e será substituída por Lá Na Minha Terra.



